sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Make up.

Desde de quando parei de chorar no momento que a minha mãe ia para o trabalho e comecei a perceber todo o seu ritual de beleza antes dela sair, percebi que a mulher tem uma necessidade de estar impecável em quase todo os momentos.
Sempre adorei (de adorar - venerar, amar em extremo) todo aquele movimento de manhã cedo. Contemplava os momentos que minha mãe ficava na frente do espelho ainda com grampos no cabelo e aos poucos pegando a maquiagem já separada em uma pequena bolsa, cheia de pequenos objetos coloridos, e começando a maquiar-se. Base, pó, sombra, lápis, rímel, baton, etc. Um a um, calmamente, um momento só dela com o espelho. Ficava imóvel no vaso sanitário observando-a admirada com tanta precisão daquelas pequenas, mas fortes, mãos de mãe.
Com o tempo comecei a tentar fazer as mesmas coisas que ela. De forma desajeitada e tímida com tantos pequenos detalhes. Escondida no banheiro, com medo de ser censurada por ser muito nova para'quele mundo e por estar mexendo em objetos só dela. Na escola via menininhas da sala de aula completamente maquiadas, não achava bonito nelas, meninas de 8 anos já com sombra (muitas vezes azul) e batom (na maioria das vezes rosa shock ou vermelho). Ir para escola dessa maneira? Pensava (e penso). Mas nunca fui muito ligada a isso, pelo menos não em mim.
Ainda tenho certa adoração de ver minha mãe maquiando-se na frente do espelho. Mas já faço todo aquele ritual com uma facilidade incrível, diferente do começo quase desastrado. Ainda pergunto-me o motivo de meninas irem extremamente produzidas para escola (é a escola!). Minha maquiagem é simples: Base, Pó, lápis (bastante lápis preto), ríiel (as vezes) e batom (vermelho). Nada de sombras, blush e o que mais existir. Apenas isso e desse jeito vou pra qualquer lugar.
Não sei fazer as mágicas que a maquiagem pode trazer para um rosto. Mas sei me virar bem com um estojinho completo. Diferente de usar chapinhas ou secadores, nesse momento entrego à Deus e a um bom cabeleireiro. Mas isso é outra história.

Desculpa pelo abandono, mas é que sem computador não tem como postar muita coisa. xD
NB. 8D

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Fica a Dica


Slam! Essa é a dica da sua blogueira aqui.
Nunca tinha lido nenhum livro do Nick Hornby, mas agora ele está no meu topo de favoritos.
Ele escreve bem pra CaHramba (usando o trocadilho inventado pelo Doug que todo mundo usa agora). Quem lê o livro realmente acha que fora um garoto de 18 anos que o escreveu. Ele é confuso como nós somos, até o jeito de escrever (porque ele escrever como ele fala mesmo) é confuso as vezes, mas um confuso que você entende perfeitamente bem. Acho que eu fui confusa agora mas você entendeu.
O que o livro fala?
Conta a história de Sam, uma menino de 16 anos que ama andar de skate, ele tem uma namorada que fica gravida, pais separados, amigos maulcos e todas as dúvidas que nós temos do que vamos fazer no futuro. Ou seja, ele é o retrato de um garoto normal da nossa época cheio de problemas e dificuldades que não queria ter.
Talvez falando assim você pense "não parece ser tão bom esse livro". Mas acreditem! Ele é demais, é viciante.
Ah! Esqueci de mencionar! Ele fala com o Tony Hawk! HAUHAUAHU Gente, essas partes são muito engraçadas, porque o Tony Hawk não é o Tony Hawk de verdade, é um poster. Enfim, simplismente perfeito!

Por tanto fica a dica: Pare um pouquinho e leia Slam!

Até a Próxima!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Tempo


Ultima postagem em 30 de setembro. Meu Deus! É muito tempo sem atualizar o blog. Ou melhor, é muito tempo pra quem atualiza quase todo dia. Então eu queria pedir desculpas a vocês pela minha ausência. A minha desculpa para tal fato? Ah, sim. Falta de tempo.


Falta de tempo, já contou quantas vezes você fala isso por dia? Eu tenho até medo de contar, tenho certeza que vou me apavorar com o número. Isso é o reflexo da vida complicada que agitada que levamos nos dias de hoje. Confesso que a minha nem é tão agitada assim e mesmo assim às vezes "me falta tempo". Ultimamente tenho estado tão cansada quando eu paro que tenho preguiça até de escrever (que é uma coisa que amo de paixão). Então hoje de manhã eu queria atualizar o blog e não sabia como, estou sem inspiração. Aí pensei em dividir com vocês essa minha falta de tempo. Acho que vocês sofrem do mesmo mal não é mesmo?


E dando conselho pra eu mesma e você: Temos que organizar melhor nosso tempo. Afinal eu pergunto quando foi a ultima vez que você tirou um tempo só pra você, pra fazer coisas exclusivamente pra você. Pra ficar você com você mesmo apenas.


Pense nisso! ;]



P.S.: Explicando a imagem, você deve ter se perguntado "o que essa imagem tem a haver com o texto?" é assim, minha visão sobre a imagem é que o bonequinho está jogando xadrez (Cah sua deeer...) tá, mas assim... agora imagina que o jogo de xadrez é o tempo e você é o bonequinho. Então você está jogando xadrez com o tempo. Cara! você sabe como jogar xadrez precisa ter raciocínio. A mesma coisa é com o tempo. Pra vence-lo precisa de raciocínio.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Provas.


Na escola, existem as malditas semanas de provas. Oh, coisinha que enche o saco. Todas as matérias, uma atrás da outra, sem tempo suficiente pra estudar pra nenhuma direito. Os professores dizem que a solução desse problema é estudar todos os dias, revendo as matérias diárias, mas isso deixa qualquer um com preguiça. É necessário, mas que coisa horrível.
Fazer provas é um problema. Não que o nervosismo ataque ou coisas do gênero, é que simplesmente chato ter que fazer. Quando não vou bem, uso a desculpa do nervosismo, mas não sinto isso. Nem em provas do vestibular. Porque provas não são complicadas, são chatas. Saber a matéria é legal, mas sabe, estudar não é tão divertido.
Amo matemática, mas não vou bem. Agora humanas? Nem curto não. E vou bem pra caramba. Será algo psicológico? Não sei. Sei apenas que queria fazer alguma engenharia mas não vai dar, vou fazer ciência política. Engenharia, ah engenharia.
Voltando a falar sobre as provas. Bem, estou saindo de uma prova de matemática agora. E sabe o que me vem a cabeça? Se eu estivesse estudado um pouco mais. Sim, esse pensamento sempre permeia minha mente depois de uma prova. Talvez porque eu deva esforçar-me mais, talvez por pura insegurança, mas quem não é assim?
Agora, estudar?! Oh, coisa do demo. Odeio. Aposto que a maior parte das pessoas não gosta, incluindo nesse meio os nerds. Eles não estudam porque gostam simplesmente, eles estudam pra manter um status, por mais que não admitam! ò.ó
Eu vou bem na maior parte das provas. Mas por sorte. Sei lá o que. Não deveria ir, mas vou. Minha dica é simples nesse post. Nada melhor que estudar pra fazer uma boa prova. É básico e muito dolorido, mas resulta boas consequências. Como: não ficar de recuperação final do ano!
Então gurizada. Apliquem-se. Todo ano é ano de vestibular, se ainda não foi pra você, ainda será. Preocupe-se no ensino médio, porque na universidade tudo melhora, por mais que digam que não! :)

NB. 8D

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Reconhecer.


É muito engraçado quando alguém é capaz de nos reconhecer depois de nos visto apenas uma vez.

Engraçado, mas também meio assustador. A situações que um estranho aparece em nossas vidas de uma forma surpreendedora pode ser legal, mas também bem constrangedoras.

Há pessoas que não reconhecemos, mas que por algum motivo, desconhecido, deixa uma sensação agradável a sua companhia. Então damos uma chance e começamos uma conversa. Algumas vezes conseguimos lembrar, mas na maioria das vezes não temos idéia de quem é tal pessoa.

Agora, há pessoas que a simples presença desconhecida nos deixam desconfortáveis. Então tentamos apressar o papo e sair correndo dali. As vezes essa impressão nos engana, mas na maioria das vezes faz a gente escapar de cada coisa. Essas pessoas a gente geralmente lembra, é incrivel a nossa capacidade de auto-proteção.

Bom, mas e as pessoas que nunca vimos? Voltando ao meu primeiro comentário nesse post. O que fazer quando isso acontece? Bom sugiro que siga aquilo que mais for conveniente no momento. Se você estiver disponível, converse e veja como aquela pessoa é. Se não, vá embora. O que não é legal, é tratar a pessoa com desprezo, sem que ela mereça (lógico).

Depois de muito tempo, esse foi o meu post. E gente, não sejam que nem eu. Por favor, lembrem das pessoas. o.o É muito constrangedor quando uma pessoa vem falar com você e você nem tem idéia de quem aquela pessoa é. Agora imagina pra pessoa isso. Tá é isso.


NB. 8D

Eu, Meu, Minha!



Gente pode parecer uma coisa simples, mas agir, falar, pensar e afins dessa forma destrói qualquer relacionamento. Confesso que hoje não sou uma das blogueiras mais inspiradas. Pra falar a verdade nem estou com vontade de escrever, mas quero atualizar isso que então vou falar sobre algo que me fez pensar bastante nos últimos dias.


Como o ser humano é egoísta! Como somos possessivos. Será que é tão difícil assim ver as necessidades de vontades doas outros? Será que é um sacrifício tão doloroso desistir de algo para fazer outra pessoa feliz? E não estou me referindo a coisas grandiosas. Estou falando do dia-a-dia mesmo, das coisinhas pequenas e simples como assistir um filme melodramático ou o de suspense, café ou cappucino, ir na praia ou ir na piscina. Sabe essas coisinhas mesmo. Eu sei, nós sabemos, que ser altruísta não é fácil. Nem conseguimos ser assim o tempo todo. Mas será que não dá pra egoísta só em alguns momentos.


Quando se tem qualquer tipo de relacionamento, seja amizade, namoro ou até mesmo em casa egoísmo em exagero acaba com qualquer relacionamento. Pensar o tempo todo em "eu, meu, minha" é ato de burrice. Não estou dizendo para você pensar em "você, seu, tua". Apenas falando que devemos pensar em "nós, nosso, nossa". Não seja "míope". Não olhe apenas para você o tempo todo, olhe pra quem está do seu lado. Sendo "míope" a única coisas que cativarás é a solidão. Por que? Porque o egoísmo em excesso afasta as pessoas de você.


quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Beleza


Estava eu lendo uma reportagem... Sempre eu e minhas reportagens... Confesso que sempre tenho uma revista na bolsa, mesmo que seja antiga e o fato é que sempre acho alguma coisa diferente nelas a cada vez que passo os olhos, nem que seja uma notinha ou uma imagenzinha no canto de alguma página... Mas voltando a reportagem, cujo título era “20 Mulheres de 1968” (o nome em si já me chama atenção, pois tenho uma queda por coisas sobre 68), lá estavam as 20 mulheres mais pop do ano de 68. Algumas com imagem, outras sem. Mas a número 3 da lista me chamou atenção, não pelo nome, mas pela foto. Quem era? Leila Diniz. Uma foto em preto em branco, ela de biquíni ou calçinha e sutiã, não dá pra definir. Altamente sexy! Mas espere. Algo está diferente das fotos que vejo hoje em dia. Ela não é magrela, nem tem a barriga chapada. Aliás, ela tem uma barriga tipo a minha, a minha barriga que eu tanto odeio quando a observo. Ela não tem o corpo definido como se alguém tivesse desenhado cada músculo, cada gominho. Ah! Não posso esquecer... A foto dela não tem photoshop. E mesmo assim se eu bem me lembro e qualquer um pode procurar saber: Ela era um símbolo sexual da época.

Então me pergunto: O que é beleza? Ou seria melhor perguntar que beleza é essa que tanto buscamos hoje em dia? Não que achar uma definição de beleza, até porque acho que cada um tem a sua e até a definição do Aurélio é vaga pra mim. Será que a beleza está nos meus ossos aparecendo? Uma pele perfeita? Ah... Já sei! Uma bunda sem estria e celulite. Não, acho que não. Acho que a beleza é algo que vai além do que os olhos podem ver. Acho que é algo que vem de dentro de cada um. Não! Espera, não estou dizendo que o reflexo do espelho não importa, não seria tão hipócrita a esse ponto e creio que nem você. Só estou dizendo que isso não basta e que não precisamos ficar nessa loucura obsessiva de beleza perfeita. Quantas pessoas maravilhosas aos seus olhos e que são extremamente chatas e malas sem alça você conhece? Se você não conhece eu te digo que conheço um monte. Gente simpática, por exemplo, é linda! Mesmo que aparentemente ela não seja assim tão atraente. Resumindo: Que se dane esse padrão de beleza. Você linda (o) com essa gordurinha sobrando sobre a calça jeans.

Gente! Vamos abrir nossos olhos. Não somos bonitos pelo reflexo do espelho apenas. Somos bonitos pelo que somos. O espelho acaso reflete: simpatia, gentileza, educação, inteligência e tantas outras características abstratas? Não. Não reflete. E sabe do que mais? Você tem que achar isso de você primeiro. Tem que se amar como é. Tente e depois me fala, as outras pessoas vão ver algo diferente em você. Tenho certeza disso! Tanto quanto sei que 2+2 dá 4.
A palavra é: LIBERTE-SE!